Nesta terra longínqua, onde passo a maior parte do meu dia, tive uma visita de um VIP, um tal senhor de barbas brancas e fato vermelho, que me confessou estar "stressado" com o Natal deste ano: parece que ainda não tem prendas compradas e nem sequer sabe o que dar a quem.
Com facilidade se imaginava por centros comerciais sobre lotados, a disputar o lugar no parque de estacionamento, a saltar de loja em loja, corredores cheios de gente, tipo formigas de um lado para o outro, o dedo indicador dormente de tanto "verde, código, verde", infindáveis melodias de natal, a preocupação de não deixar ninguém de fora... E para quê este sofrimento? Para encontrar a prenda perfeita para os seus e fazê-los felizes no Dia D.
Mas aí surgia-lhe outra questão: Será que alguém consegue ser feliz no Dia D e apreciar o que esse dia tem de especial? De família em família, festa em festa, viagens de carro pelo meio, muitas vezes a ter que preparar o bacalhau e/ou o peru, nunca esquecendo os últimos embrulhos...? O Sr. confessou-me que é por esta altura que se questiona sobre este consumismo desenfreado praticado no mundo ocidental, que desvirtua por completo os valores natalícios. No fundo anda com vontade de fazer o Natal de uma forma diferente.
Tive pena deste homem. Como devem calcular, entre as dúvidas existenciais e uma enorme renitência em fazer parte deste filme, não conseguiu relaxar no paraíso onde me encontro. Trágico! Não era suposto.
Sorri e pensei "felizmente o meu natal é diferente";-). Sabemos perfeitamente quais as prendas que cada um gostaria de receber e, como tal, ninguém "stressa", nem passa horas sem fim no shopping da capital. O mês de Dezembro até é bastante tranquilo! Oferecemos presentes simbólicos, apenas para mostrar aos outros como gostamos deles. E no fundo, apesar da evidente correria do Dia D, somos absolutamente viciados no CONVÍVIO, nas PRENDAS e, sempre, no delicioso Bacalhau da Anhi (não desfazendo obviamente o Peru das Freiras)!!!
Mas aí surgia-lhe outra questão: Será que alguém consegue ser feliz no Dia D e apreciar o que esse dia tem de especial? De família em família, festa em festa, viagens de carro pelo meio, muitas vezes a ter que preparar o bacalhau e/ou o peru, nunca esquecendo os últimos embrulhos...? O Sr. confessou-me que é por esta altura que se questiona sobre este consumismo desenfreado praticado no mundo ocidental, que desvirtua por completo os valores natalícios. No fundo anda com vontade de fazer o Natal de uma forma diferente.
Tive pena deste homem. Como devem calcular, entre as dúvidas existenciais e uma enorme renitência em fazer parte deste filme, não conseguiu relaxar no paraíso onde me encontro. Trágico! Não era suposto.
Sorri e pensei "felizmente o meu natal é diferente";-). Sabemos perfeitamente quais as prendas que cada um gostaria de receber e, como tal, ninguém "stressa", nem passa horas sem fim no shopping da capital. O mês de Dezembro até é bastante tranquilo! Oferecemos presentes simbólicos, apenas para mostrar aos outros como gostamos deles. E no fundo, apesar da evidente correria do Dia D, somos absolutamente viciados no CONVÍVIO, nas PRENDAS e, sempre, no delicioso Bacalhau da Anhi (não desfazendo obviamente o Peru das Freiras)!!!
Deixem-me continuar a acreditar que somos diferentes! Escrevam CARTAS AO PAI NATAL!
1 comentário:
Xiiiii! Ver esta magnífica nova foto logo pela manhã deixa-me logo sem vontade de trabalhar...
Bjs
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